Além de apresentar as intenções de voto para prefeito, a Pesquisa Pré-Eleitoral – realizada pela empresa 100% Cidades em parceria com a Futura Inteligência – traçou um perfil detalhado com características demográficas e socioeconômicas sobre os entrevistados de Porto Velho.

Feita com a metodologia de entrevista telefônica assistida por computador, a pesquisa ouviu 600 eleitores e identificou uma ligeira predominância de mulheres, que representam 52,2% dos participantes, enquanto os homens compõem 47,8%.

Faixa Etária

  • 16 a 24 anos – 12,3%
  • 25 a 34 anos – 23,8%
  • 35 a 44 – 23,5%
  • 45 a 59 anos – 24,5%
  • 60 anos ou mais – 15,8%

A faixa etária dos entrevistados é variada, com a maior concentração de eleitores entre 45 e 59 anos (24,5%), seguida por aqueles entre 25 e 34 anos (23,8%) e 35 a 44 anos (23,5%).

Jovens de 16 a 24 anos representam 12,3% e os eleitores com 60 anos ou mais somam 15,8%.

Escolaridade

  • Sabe ler e escrever/Analfabeto – 6,6%
  • 1° Grau incompleto – 20,3%
  • 1° Grau completo – 5,2%
  • 2° Grau incompleto – 18,8%
  • 2° Grau completo – 29,7%
  • Superior incompleto – 7,8%
  • Superior completo – 11,7%

Eleitores com ensino médio completo formam a maior parcela, com 29,7%, seguidos por aqueles com ensino fundamental incompleto (20,3%) e ensino médio incompleto (18,8%).

Pessoas com ensino superior completo representam 11,7%, enquanto 7,8% possuem ensino superior incompleto.

Eleitores que sabem ler e escrever ou são analfabetos constituem 6,6%, e aqueles com ensino fundamental completo, 5,2%.

Renda Familiar

  • Até 01 Salário Mínimo/ Sem rendimento – 34,2%
  • De 01 a 02 Salários Mínimos – 27,3%
  • De 02 a 05 Salários Mínimos – 22,8%
  • De 05 a 10 Salários Mínimos – 6,7%
  • Mais de 10 Salários Mínimos – 3,6%
  • Não souberam/Não responderam – 5,3%

A renda familiar dos eleitores com rendimento de até um salário mínimo ou sem rendimento totalizam 34,2%, seguidos por 27,3% que ganham de um a dois salários mínimos, e 22,8% com renda entre dois e cinco salários mínimos.

Uma menor parcela, 6,7%, recebe entre cinco e dez salários mínimos, e 3,6% têm renda superior a dez salários mínimos.

Situação no Mercado de Trabalho

  • Trabalha – 58,1%
  • Não trabalha/Inativo/Desempregado – 41,9%

Em termos de situação no mercado de trabalho, 58,1% dos entrevistados estão empregados, enquanto 41,9% estão desempregados ou inativos.

Religião

  • Evangélica – 39,1%
  • Católica – 35,1%
  • Nenhuma – 13,6%
  • Outras – 9,2%
  • Não souberam/Não responderam – 3,1%

A maioria se identifica como evangélica (39,1%) ou católica (35,1%), enquanto 13,6% afirmaram não ter religião.

Outros grupos religiosos compõem 9,2% dos entrevistados, e 3,1% não souberam ou não responderam.

Eleições 2024

A maioria dos entrevistados (66,5%) sabe que neste ano haverá eleição para prefeito, e 62,0% estão cientes da eleição para vereador. No entanto, uma parcela significativa (30,5%) não sabe ou não respondeu sobre os cargos em disputa.

Apenas 14,0% dos entrevistados estão muito interessados nas eleições para prefeito, enquanto 31,8% estão interessados. Por outro lado, 29,1% têm pouco interesse, e 19,3% não têm interesse algum.

Isso sugere que, embora exista um segmento considerável da população engajada, há também uma porção significativa que demonstra apatia ou desinteresse pelo processo eleitoral.

Fontes de Informação

  • TV – 35,5%
  • Redes sociais – 21,6%
  • Sites de notícias – 20,1%
  • Conversa com amigos/parentes – 12,6%
  • Jornais – 9,1%
  • Rádio – 5,0%
  • Revistas – 0,4%
  • Outros – 15,7%
  • Não souberam/Não responderam – 10,1%

A televisão ainda é a principal fonte de informação sobre os candidatos para a maioria dos eleitores, com 35,5% dos entrevistados afirmando que se informam por esse meio.

As redes sociais (21,6%) e sites de notícias (20,1%) também desempenham papéis importantes. Conversas com amigos e parentes (12,6%), jornais (9,1%) e rádio (5,0%) são menos utilizados, enquanto revistas (0,4%) têm uma presença quase insignificante. Outros meios representam 15,7%, e 10,1% não souberam ou não responderam.

Redes Sociais

  • Instagram – 68,0%
  • Facebook – 39,1%
  • YouTube – 15,1%
  • Google Plus – 13,0%
  • WhatsApp – 12,7%
  • Twitter – 6,6%
  • TikTok – 2,9%
  • Telegram – 1,6%
  • Orkut – 1,5%
  • Alvanista – 1,0%
  • Badoo – 1,0%
  • Flickr – 1,0%
  • Last FM – 1,0%
  • LinkedIn – 1,0%
  • MSN – 1,0%
  • Myspace – 1,0%
  • Pinterest – 1,0%
  • Snapchat – 1,0%
  • Sonico – 1,0%
  • Yammer – 1,0%
  • Outro – 6,1%
  • NS/NR – 5,1%

Entre as redes sociais, o Instagram é a plataforma mais popular para buscar informações sobre os candidatos, utilizada por 68,0% dos eleitores.

Facebook (39,1%) e YouTube (15,1%) seguem na sequência, enquanto WhatsApp (12,7%) tem menor participação. Twitter/X (6,6%), TikTok (2,9%) e Telegram (1,6%) têm uso limitado.

Curiosamente, redes sociais antigas e menos populares, como Google Plus, Orkut, Myspace, e MSN, também foram mencionadas, assim como outras plataformas específicas, como Badoo.

Fatores de Decisão

  • Debates – 26,6%
  • Trajetória política do candidato – 22,5%
  • Vida pessoal do candidato – 21,1%
  • Programa de governo – 12,8%
  • Amigos/Parentes – 12,8%
  • Nada – 8,6%
  • Nenhum desses – 6,9%
  • Pesquisas eleitorais – 5,6%
  • Programas eleitorais – 4,9%
  • Campanha de rua – 4,1%
  • Lideranças comunitárias – 4,0%
  • Padre/Pastor – 1,9%
  • Orientação da igreja – 1,7%
  • NS/NR – 2,6%

Os debates são o fator mais influente na decisão de voto para 26,6% dos eleitores. A trajetória política (22,5%) e a vida pessoal dos candidatos (21,1%) também são importantes.

O programa de governo e a opinião de amigos e parentes têm igual importância (12,8% cada).

Outros fatores menos decisivos incluem “nada” (8,6%), “nenhum desses” (6,9%), pesquisas eleitorais (5,6%), programas eleitorais (4,9%), campanhas de rua (4,1%), lideranças comunitárias (4,0%), orientação de padres/pastores (1,9%) e orientação da igreja (1,7%). Um pequeno percentual (2,6%) não soube ou não quis responder.

Preferência Política

  • Não tem preferência – 40,5%
  • Direita – 38,5%
  • Centro – 5,5%
  • Esquerda – 9,9%
  • NS/NR – 5,6%

Quanto à preferência política, 40,5% dos entrevistados afirmam não ter preferência por nenhum posicionamento específico (direita, centro ou esquerda).

Entre aqueles que têm preferência, 38,5% inclinam-se à direita, 5,5% ao centro e 9,9% à esquerda. Novamente, 5,6% não souberam ou não quiseram responder.

Posicionamento dos candidatos

  • Sim – 35,9%
  • Mais ou menos – 2,0%
  • Não – 10,1%
  • NS/NR – 2,0%

O posicionamento político dos candidatos é importante para 35,9% dos eleitores na decisão de voto, enquanto 2,0% consideram essa importância apenas parcial e 10,1% não veem relevância. Um percentual de 2,0% não soube ou não quis responder.

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