As eleições do pacato município de Ouro Preto do Oeste tomaram um rumo inesperado na última semana, com uma série de acontecimentos que têm gerado grande repercussão.

Um dos principais acontecimentos envolve o atual prefeito Alex Testoni (UNIÃO BRASIL), que busca a reeleição, e o candidato Delegado Julio César (PODEMOS). Ambos foram acusados de divulgar pesquisas eleitorais falsas.

As pesquisas, que mostravam os dois candidatos à frente na disputa pela prefeitura, tiveram a divulgação suspendida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por não seguirem formalidades próprias e obrigatórias do registro e divulgação das informações.

Por conta disso, a Justiça Eleitoral obrigou os dois candidatos a deletarem de suas redes sociais publicações sobre as pesquisas, sob pena de multa no valor de R$ 10 mil, bem como multa no valor de R$ 2 mil por dia de descumprimento.

Outro episódio que chamou a atenção foi o caso da candidata Soeli Mageski (PT), que fez uma denúncia em suas redes sociais, acusando o atual prefeito de desviar água do rio que abastece Ouro Preto do Oeste.

De acordo com a denúncia, uma barragem foi construída para direcionar o fluxo de água para represas de criação de peixes, situadas em propriedades da família Testoni, enquanto a população tem sofrido com a escassez do recurso.

Pouco tempo após a publicação da denúncia, o celular de Soeli foi hackeado, em uma aparente tentativa de silenciar suas acusações e sujar sua imagem diante do eleitorado.

Esses acontecimentos têm intensificado a disputa eleitoral e levantado debates sobre transparência, segurança digital e ética nas campanhas políticas de Ouro Preto do Oeste, tornando esta uma das eleições mais polêmicas da história recente do município.

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