Na última segunda-feira (11), o número de assinaturas em favor da Proposta de Emenda a Constituição (PEC) contra a Escala 6×1 praticamente dobrou.
A iniciativa, de autoria da Deputada Federal Erika Hilton (PSOL), pulou de 70 adesões para 134 assinaturas. Para que a PEC comece a tramitar precisa de pelo menos 171 assinaturas.
Enquanto parlamentares de diferentes partidos e estados brasileiros manifestam apoio à causa, Rondônia segue como um dos estados, ao lado de Roraima, em que nenhum deputado federal assinou a PEC.
Entre os oito representantes rondonienses, o silêncio prevalece. Até o fechamento desta matéria, nenhum deles havia se posicionado sobre o tema.

O debate sobre o fim da Escala 6×1 vem ganhando a aceitação da população desde que foi pautado pelo Movimento VAT (Vida Além do Trabalho), criado por Rick Azevedo, que foi eleito vereador com 29.364 votos, sendo o candidato mais votado do Rio de Janeiro.
Na escala 6×1 o funcionário trabalha por seis dias seguidos e folga um. Nesta jornada, ele pode trabalhar 8 horas de segunda a sexta e 4 horas no sábado, folgando apenas no domingo, totalizando 44 horas de trabalho semanais como permite a CLT.
A carga horária imposta por essa jornada de trabalho afeta negativamente a qualidade de vida dos funcionários, pois reduz o tempo livre dos trabalhadores, dificultando o acesso a atividades de lazer, cultura, educação e convívio social, que são fundamentais para a qualidade de vida.
A escala 6×1 também prejudica as relações familiares dos trabalhadores, pois diminui o tempo de convivência com filhos, cônjuges, pais e outros familiares.
Além disso, a escala 6×1 aumenta os riscos de acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, estresse, depressão, ansiedade e síndrome de burnout.
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