O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta quarta-feira, dia 29 de outubro, o termo de posse do novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos.

Boulos substitui Márcio Macêdo, que comandou a pasta desde o início do governo, em janeiro de 2023. A Secretaria-Geral é o principal canal de interlocução do Governo do Brasil com os movimentos sociais.

Em cerimônia no Palácio do Planalto, ao assumir a Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos parabenizou Márcio Macedo pelo trabalho na reconstrução do processo de participação social e ressaltou que vai continuar a missão de dialogar com todos.

“O presidente Lula me deu a missão, como ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, de ajudar nessa reta final do seu terceiro mandato a colocar o governo na rua, a rodar todos os cantos desse país, ouvir as pessoas, conversar olho no olho, ter a humildade de ouvir críticas e, ao mesmo tempo, apresentar o que o nosso governo tem feito pelo povo brasileiro”, destacou Boulos.

O novo ministro enfatizou a contribuição que a população dá para a construção de políticas públicas eficazes. “A proposta é dialogar com todo mundo, não só com quem já concorda com a gente. Porque a gente sabe que as políticas que mudam a vida das pessoas, elas não nascem só de palácios e só de gabinetes. Elas nascem do povo, dos territórios populares, elas nascem das ruas. O presidente Lula sabe muito bem disso”, afirmou.

Durante a cerimônia, Boulos também pediu um minuto de silêncio em homenagem a todas as vítimas da Operação Contenção, realizada nesta terça-feira (28) no Rio de Janeiro. Boulos é deputado federal por São Paulo. É professor e psicanalista. Graduado em filosofia e mestre em psiquiatria pela USP.

RECONSTRUÇÃO — Márcio Macêdo lembrou que assumiu o ministério, em janeiro de 2023, com a missão de trazer as pessoas de volta para o centro das políticas públicas, após anos de devastação das pautas sociais e ataques à sociedade civil organizada.

“Hoje passo a missão adiante com a certeza de um legado coletivo construído e consolidado: a participação social como método de governo”, disse.

Ele também citou iniciativas desenvolvidas enquanto esteve à frente da pasta. “O G20 social, criação inédita da presidência brasileira do G20, reuniu quase 50 mil pessoas do povo. O resultado foi tão potente que as decisões consensuadas nas plenárias do povo compuseram o documento final dos chefes de Estado. Na emergência climática do Rio Grande do Sul, coordenamos a logística solidária de mais de 36 mil toneladas de donativos, como o apoio às cozinhas solidárias”, relatou.

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Foto: Ricardo Stuckert/Secom-PR

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